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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Fanfic Grillows - Capitulo 5

CW:Bom dia Linds.
GG:Bom dia Lindsey.
LW:Tio Gil, o que você ta fazendo aqui?
CW:Nós estávamos discutindo um caso ai já era tarde e ele ficou aqui.
LW:Ah mãe não tenta me enganar, porque hoje de manhã quando eu entrei no seu quarto você e o tio Grissom estavam bem juntinhos dormindo, e havia roupas espalhadas pra todo lado.
CW:Ta bom você já tem 17 anos, e deve saber porque o Grissom dormiu aqui.
GG:É  e eu e a sua mãe estamos namorando, olha se você não se sentir bem com isso nós entendemos.
LW:Você ta brincando eu sempre quis ver vocês dois juntos.
CW:Ufa tirou um peso das minhas costas.
LW:Agora eu tenho que ir, vou pegar o ônibus, tchau mãe, tchau tio Gil, opa eu acho que vou ter que começar a te chamar só de Gil, então tchau Gil.
GG:Tchau Linds.
CW:Tchau filha.
GG:Parece que ela gostou da novidade.
CW:Que bom, mais agora vamos tomar o nosso café porque já é 8:45.
Depois de tomarem café, e assistirem um pouco de televisão, Grissom e Catherine foram em direção ao laboratório em carros separados.

No laboratório

GS:Ta já estão todos aqui?
NS:Sim.
WB:Eu estou aqui.
SS:Eu também.
GS:Então vamos botar o nosso plano em prática.
Greg abriu a porta do escritório de Grissom e a trancou por dentro imediatamente começaram a vasculhar cada canto do escritório, depois de alguns minutos eles escutaram um barulho na porta.
SS:Ai meu deus é o Grissom.
WB:E agora o que a gente faz?
GS:Vamos nos esconder, Nick e o Warrick se escondem no armário perto da porta, Sara e eu vamos no esconder naquele mais dos fundos.
NS:Ta.
Depois que todos se esconderam Grissom abriu a porta com Catherine logo atrás dele.
CW:Ontem a noite foi maravilhoso!
GG:É  e você estava linda de policial.
Greg começou a rir alto, sorte que Sara tampou a boca dele com sua mão.
GG:Você escutou alguma coisa?
CW:Não, Grissom vamos fazer uma terceira rodada?
GG:Eu não tenho como dizer não.
Grissom e Catherine se beijaram fazendo todos da equipe ficarem de bocas abertas.Sussurrou Nick:
NS:Agora eu sei porque eles estavam agindo tão estranho!
Grissom começou a beijar o pescoço de Catherine e desfazer os botões da camisa dela.
GS:Jesus me abana.
SS:Cala a boca Greg!
Depois de desfazer todos os botões de Catherine e tirar a camisa dela Grissom começou a beijar entre seus seios.Greg, Warrick e Nick estavam tão apoiados contra as portas dos armários, que elas abriram e todos caíram beijando o chão.Catherine rapidamente pegou sua blusa e começou a vesti-la.
GG:O que vocês estão fazendo aqui?
GS:Bom é..é que..é.....

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Fanifc Grillows - Capitulo 4

GG:Nossa você está linda.
CW:É e você vai ser preso por desacato a autoridade e por isso vai receber uma punição!
Catherine foi andando até Grissom e o empurrou sobre a cama e subiu em cima dele pegou suas algemas e o trancou na cama.Catherine começou a morder sua orelha e a beijar seu pescoço e foi desfazendo lentamente sua gravata e desabotoando seu terno e sua camisa até chegar em seu peito nu e começou a beijá-lo e arranhá-lo, depois tirou os sapatos e a calça de Gil. Depois de satisfazer Grissom de todos os jeitos, Catherine o soltou.
GG:Catherine você é uma policial muito má! Mas agora é a vez dessa moçinha aprender algumas coisas com esse policial aqui.
Catherine deu as algemas e o chapéu de policial para Gil que rapidamente a prendeu. Grissom começou a beijar o pescoço de Catherine e foi desamarrando o corpete de Catherine, e começou a beijá-la com todo carinho.
CW: Grissom deviam existir mais policiais como você.
Grissom rapidamente tirou os sapatos de Catherine, e delicadamente tirou sua meia fina. Ele era muito rápido e prático com algumas coisas. Pequenos movimentos faziam cada minuto ficar mais especial, há muito tempo Grissom não tinha uma noite agitada como essa, Grissom beijava todo corpo de Catherine, até e os dois caírem exaustos na cama.

GG:Ai eu to muito cansado.
CW:Vamos mais cedo laboratório amanhã?
GG:Pode ser, que horas?
CW:Vamos sair daqui 9:15.
GG:Ta bom boa noite eu te amo.
CW:Boa noite eu também te amo.

Mais um dia estava nascendo em Las Vegas e na casa de Catherine seu despertador começou a apitar Catherine o desligou.
CW:Gil acorda, são 8:00.
GG:Ah deixa eu dormir mais um pouco.
CW:Mais eu pensei que você ia gostar de tomar banho comigo.
Grissom levantou tão rápido que quando Catherine viu já estava no banheiro ligando o chuveiro.Catherine foi ao banheiro e entrou de baixo do chuveiro.
CW:Seu apressadinho.
Catherine e Grissom se beijaram apaixonadamente, e ficaram se beijando e tomando banho.Depois de uns 20 minutos desligaram o chuveiro, se secaram e voltaram para o quarto de Catherine.
CW:Você gosta dessa blusa branca com botões ou essa verde.
GG:A branca.
CW:Obrigado.
Catherine vestiu a blusa, colocou uma calça jeans, pegou seu casaco, e colocou seu salto alto marrom claro.
GG:Nossa como você está linda.
CW:Ai Gil não é pra tanto.
GG:É claro que você é a mulher mais linda do mundo e fica bem com qualquer roupa!
CW:Obrigada.
GG:Oh Cath você faz um favor pra mim?
CW:Claro Gil, o que é?
GG:Poderia pegar minha roupa lá no meu carro?
CW:Ta bom já volto.
Depois de alguns minutos Catherine voltou com as roupas de Gil, ele se vestiu e os dois desceram até a cozinha, chegando lá encontraram Lindsey.
Catherine sussurrou para Grissom:
CW:Gil é a Lindsey eu tinha esquecido que hoje já é sábado ela tem um curso por isso ela veio mais cedo da casa da amiga.
GG:Eu acho que nós precisamos contar a ela, ela já é grande e inteligente!
CW:É você está certo.
LW:Mãe não precisa se esconder eu já te vi.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Capitulo 3 - Fanfic Grillows

SS: Ta isso é estranho, o Grissom que eu conheço nunca fez isso, e muito menos com a Catherine.
GS: Então é por isso que nós temos que investigar o que está acontecendo com eles!
WB: Só se for amanhã porque agora eu quero ir pra casa Tina deve estar me esperando.
NS: Ta amanhã a gente vai até o escritório do Grissom bem cedinho para ver se encontramos alguma coisa que explique esse comportamento esquisito entre ele e Catherine.
SS: Ta mais como nós vamos entrar sem a chave?
GS: Pedimos a faxineira ela deve ter a chave para limpar lá dentro.
WB: Então amanhã todos aqui as 9:00h.
NS: Tchau galera até amanhã!
SS: Tchau!
WB: Tchau pra todos tenham bons sonhos!
GS: Tchau.

No estacionamento
CW: Então Gil a gente se vê mais tarde lá na minha casa para um segundo round?
GG: Mas a Lindsey não vai estar em casa?:
CW: Não ela foi dormir na casa de uma amiga da escola.
GG: Ta bom então eu te vejo as 20:00h?
CW: Ta até depois.
Catherine foi até ele e lhe um selinho.
CW: Eu te amo!
GG: Eu sei, eu também te amo!
E assim os dois entraram em seus carros e foram para suas casas.

Casa da Catherine
Quando Catherine chegou em casa foi para cozinha preparar o jantar.Depois de 1:00h de preparo Catherine acabou o jantar e foi até o banheiro do seu quarto tomar um banho, ela tirou sua roupa e ligou o chuveiro, depois de alguns minutos de banho, Catherine saiu do banheiro e olhou para o seu armário cheio de roupas e pensou "O que eu visto?".

Na casa de Grissom
Grissom foi ao banheiro,fez sua barba, ligou o chuveiro e deixou a água correr pelo seu corpo.Depois de 15 minutos, Grissom desligou o chuveiro, se secou e foi até seu quarto, ele colocou seu terno, sua gravata, seus sapatos e colocou um perfume, e foi assistir um pouco de televisão, depois de muitos minutos Grissom viu que era 19:30 e pensou "Bom, acho que já vou indo, tenho que enfrentar um trânsito dos infernos".E assim Grissom fechou sua casa, entrou em seu carro e foi para a casa de Catherine.

Na casa de Catherine
Catherine já tinha se decidido, e agora trajava um belo vestido preto tomara que caia bem colado ao seu corpo com comprimento um pouco acima do joelho e um sapato de salto alto preto, ela foi até o banheiro do seu quarto passou um batom vermelho para realçar seu lábios, , lápis de olho, um pouco de blush vermelho, e botou um pouco de sombra verde em seu olhos azuis, depois alisou  seus cabelos.Depois de se arrumar ela começou a arrumar seu quarto acendeu velas ao redor da cama e jogou algumas pétalas de rosa em cima dela.Não demorou muito e a campainha tocou Catherine olhou para seu relógio onde marcava 20:00h "Nossa que pontual" e foi atender a porta.
CW:Oi Gil.
GG:Oi Cath.
Eles deram um beijo apaixonado e Grissom disse:
GG:Nossa você está simplesmente linda!
CW:Você também, você fica muito sexy nesse terno.
Eles se dirigiram para a mesa de jantar que estava cheia de comidas gostosas:
GG:Humm..Que cheirinho bom.
Eles começaram a se servir e a comer, e foram conversando.Depois de terem acabado Catherine começou a recolher a mesa e perguntou:
CW:Então gostou?
GG:Huumm estava uma delícia você tem mãos de fada.
CW:Obrigado.
Enquanto Catherine ia botando os pratos na pia Grissom chegou por trás dela botou suas mãos ao redor da cintura dela e começou a beijar seu pescoço:
CW:Grissom agora não, primeiro eu tenho que lavar os pratos.
GG:Ta bom, mais deixa que eu lavo.
Grissom começou a lavar a louça e Catherine enxugar e guardar.Depois de tudo pronto Catherine disse:
CW:Vem eu tenho um surpresinha pra você!
Catherine puxou Gil para seu quarto, chegando lá Grissom ficou de cara com o que estava vendo:
GG:Nossa Catherine você se deu ao trabalho de fazer isso tudo!
CW:É pra você ver o quanto eu gosto de você e as surpresas não param por ai.
Catherine foi até seu banheiro e colocou seu corpete vermelho e uma calcinha vermelha combinando, suas meias finas pretas e sem esquecer do seu salto preto e pegou suas algemas, e um chapéu de policial.Quando ela saiu do banheiro Grissom ficou de boca boca aberta.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fanfic Grillows - Capitulo 2

CW: Grissom eu esperei muito tempo por isso eu não consigo esperar mais!
Catherine voltou sua atenção aos botões da camisa de Gil depois que foram todos desfeitos, enquanto ela beijava seu peito nu.
GG: Aiii, Catherine assim você me mata.
CW: Só se for de prazer, e você ainda não viu nada. Grissom eu acho que você deveria andar mais sem calça e sem cueca!
GG: Da próxima vez vamos fazer isso em outro lugar.
CW :Então você gostou?
GG: Nossa e muito, mas agora é a minha vez de te dar prazer!
Num movimento rápido Gil pegou Catherine e a deitou em cima de sua mesa jogando tudo o que nela tinha ao chão.Grissom tirou a blusa de Catherine mostrando um sutiã preto, ele começou a beijar seu pescoço. Com muito carinho Grissom a beijava, fazendo cada segundo ficar mais especial.
Uma cena nunca vista antes, dois corpos tão próximos. Catherine nunca pensou que algo desse tipo aconteceria entre eles, que ambos sentiam a mesma atração. Gil era um cara muito fechado, mais depois desse dia, ele nunca seria o mesmo.
GG:Foi bom?
CW:Nossa e como, melhor impossível!

De repente eles escutaram um barulho na porta:
CE:Grissom você está ai?
Eles ficaram desesperados Grissom pensou em alguma coisa e sussurrou para Catherine:
GG:Deixa comigo eu tenho um plano.
CE:Grissom?
GG:Sim Conrad.
CE:Porque você está com aporta trancada?
GG:É que ue derramei café nas minhas calças.
CE:Ta e por isso você tem que trancar a porta?
GG:Não é que eu estou trocando de calça.
CE:Hum..e onde está a senhorita Willows?
GG:Ela acabou de ir ao banheiro.
CE:Então não demore muito você tem trabalho a fazer.
GG:Sim Conrad.
Grissom esperou Ecklie se afastar para falar com Catherine:
GG:Ufa!
CW:É ufa.
GG:Nossa essa foi por pouco.
CW:Você que um dia nós vamos ter que contar a eles né?
GG:Sim eu sei, mais por enquanto vamos deixar isso entre eu e você.
CW:Agora eu quero te encher de beijinhos!
GG:Só se for depois porque agora nós dois temos muito trabalho pela frente.
CW:Sim chefinho!
Eles se vestiram e começaram a fazer seu trabalho.Depois de muitas horas eles terminaram, Grissom trancou o escritório e ele e Catherine foram para a sala de descanso.Chegando lá encontraram toda a equipe sentada em volta da mesa:
GG:Vocês já podem ir para suas casas.
SS:Ai que bom eu não agüentava mais ficar aqui sem fazer nada!
CW:Tchau gente!
GS:Tchau Catherine, espero que tenha uma ótima noite!
CW:Oh Greg tenho certeza que vou ter!
E assim Grissom e Catherine saíram andando em direção ao estacionamento,Grissom fez um gesto que não passou despercebido por Greg:
GS:Vocês viram o que ele fez?
NS:Não o que?
GS:Ele passou os braços ao redor da cintura da Catherine, e sussurrou algo no seu ouvido que a fez rir!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Fanfic Grillows - Capitulo 1

Atenção: Este fanfic não é de minha autoria, quem escreveu foi "5-926-696"


Capitulo 1



Nos últimos meses Catherine não agüentava mais olhar para Grissom sem beijá-lo ou abraçá-lo, ela não suportava passar mais um dia sem saber se ele pensava nela como ela pensa nele.
Por isso hoje Catherine tomaria uma decisão que mudaria sua vida, quando o despertador soou ela levanto o mais rápido possível, tomou seu café e botou sua camisa vermelha com um decote em V, sua cala jeans e seu sapato de salto alto preto que ela adora, e pegou seu casaco jeans.Ao sair de seu quarto descendo as escadas encontrou Lindsey pronta para ir a escola.
CW:Bom dia Linds!
LW:Bom dia mãe.
CW:Quer uma carona até a escola?
LW :Não,obrigado eu vou pegar o ônibus.
CW:Ta bom, só não vai se atrasar para escola!
LW:Não se preocupe, eu só vou acabar de comer e vou, ah e mãe eu posso dormir na casa da Jéssica hoje?
CW:Pode, mais comporte-se tchau filha.
Catherine foi até a filha e lhe deu um beijo e foi até seu carro.Quando ela virou a chave do carro pensou"Que Deus me deseje sorte", e saiu em direção ao Departamento de Criminalística de Las Vegas.Ao chegar Catherine foi diretamente a sala de descanso onde encontrou Sara lendo uma revista de moda, Catherine foi até ela e se sentou em uma cadeira ao seu lado.
CW:Oi Sara!
SS:Oi Cath!
CW :Onde estão Warrick, Nick, Greg e Grissom?
SS:Warrick e Nick estão a caminho, Greg deve estar paquerando alguma garota do laboratório e Grissom está no escritório dele esperando Warrick e Nick chegar.
Não demorou muito para todos estarem reunidos na sala de descanço esperando Grissom distribuir seus casos.Quando Grissom entrou o coração de Catherine quase saltou da boca " Ai os olhos dele me deixam louca, como ele está lindo hoje".Grissom virou-se para Catherine, que rapidamente desviou o olhar e fingiu estar conversando com Sara.O que Catherine não sabia era que Grissom também sentiu seu coração saltar quando a viu, agora era Grissom que não conseguia tirar os olhos de Catherine "Ela está simplesmente maravilhosa hoje, como ela é linda”, Grissom desviou sua atenção de Catherine e começou a distribuir os casos.
GG:Bom dia a todos, hoje não temos muitos casos por isso Warrick e Greg vão pegar um roubo em uma joalheria na Strip, Sara e Nick vão ficar com um cara morto em uma lixeira do shopping Walmart Supercenter.
SS:Nossa eu acho que essa vai ser a primeira vez que eu não vou ao shopping para comprar roupas.
CW:E eu Gil?
GG:Você vai ficar aqui no laboratório comigo para resolver algumas papeladas.Bom trabalho para todos.
Catherine pensou "Essa vai ser a chance perfeita".
GG:Catherine você vai ficar parada ai, ou você vai vir?
CW:Pode ir, eu só vou ao banheiro e já volto.
GG:Ta mais não demore muito temos trabalho a fazer.
CW:Pode deixar Gil.
Quando Grissom virou as costas e foi em direção ao seu escritório, imediatamente Catherine foi ao banheiro.Chegando lá Catherine começou a ficar desesperada "E agora o que eu faço?Ai em Deus me ajuda".
No escritório de Grissom
Grissom estava em pé segurando uma foto dele, Lindsey e Catherine "Se ela soubesse que eu a amo".
Catherine já tinha se acalmado e tinha um plano "Ta Catherine, você chega ál e bota tudo pra fora.E se eu gaguejar?Não, melhor improvisar" , e com isso Catherine saiu em disparada ao escritório de Grissom, chegando na porta do escritório Catherine tomou uma respiração profunda "Seja o que Deus quiser" , então ela abriu a porta o mais rápido possível e a trancou.Ela foi andando na direção de Grissom:
GG:Catherine o que vo...
Catherine capturou os lábios de Grissom, foi um beijo doce, mágico e tudo que se poderia imaginar.Grissom ficou paralisado, ao ver a reação de Grissom Catherine começou a ficar desesperada:
CW:Olha Grissom se você no se sente da mesma forma que eu, eu entendo mais eu tinha que te falar que eu te amo, e que..
Agora Catherine ficou surpresa foi Grissom que a beijou, mais esse foi um beijo mais apaixonado, mais intenso, suas línguas se encontraram como imãs, respirações foram ficando pesadas até pararem pela necessidade de ar:
CW:Uau..
GG:É uau.
CW:Grissom..
Grissom colocou o seu dedo sobre seus lábios e disse:
GG:Catherine eu também te amo, sempre te amei e vou te amar para sempre.
Ao ouvir o Grissom disse Catherine o empurrou contra a parede e começou a beijar seu pescoço e desabotoar sua camisa.
GG:Catherine você quer fazer isso aqui?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Fanfic Grillows

Esse mês foi dedicado a Marg, e tudo que se resume a ela, tivemos um pouquinho no blog! Então para completar, teremos mais uma FANFIC GRILLOWS que começará dia 21/11 Segunda-Feira que ira até dia 28/11 Segunda-Feira.
Então não percam! Dia 21 aqui no blog!

sábado, 5 de novembro de 2011

Fanfic Grillows - Capitulo 5

"Rápido demais..." Disse, mas sua voz não saiu mais alta que um sussurro. Fechou os olhos tentando fazer tudo parar de girar.

"Você está bem?" Ele perguntou suave, mas o som entrou como uma bomba pelos ouvidos de Catherine.

Ela levou a mão à cabeça.

"Hoje vai ser um dia difícil."

Ela se acomodou sentada com as costas apoiada no encosto da cama e Gil lhe ofereceu um copo com um liquido avermelhado.

Catherine pegou o copo e cheirou. Sentiu náuseas e fez uma careta.

"O que é isso?"

"Coquetel Molotovi pra ressaca. Toma tudo."

Ela se limitou a lançar-lhe um olhar de saco cheio.

"Arg!" Catherine fez outra careta depois que virou todo o conteúdo do copo. "Como isso é horrível."

Gil nada respondeu, apenas recolheu o copo e observou-a se levantar. Ela se encaminhou para o banheiro.

Catherine caiu sentada da privada e sentiu o quadril doer, ao se levantar, reparou o enorme hematoma escuro.

"Meu Deus..." Foi até a pia e não fez questão nenhuma de olhar-se no espelho. Já sabia que estava horrível, simplesmente abriu a torneira e pôs as mãos em concha sob a corrente de água e levou o líquido para o rosto. Repetiu a ação mais algumas vezes. Para se livrar do gosto de cabo de guarda-chuva na boca fez bochecho com o anti-séptico bucal que encontrou no armário de remédios.

Saiu do banheiro e Gil continuava sentado no mesmo lugar, agora segurando uma caneca.

"Está se sentindo melhor?" Ele perguntou.

"Mais ou menos... Minha cabeça ainda está latejando e o estômago dando voltas..." Ela respondeu voltando para a cama, massageando a cabeça.

"Toma isso," Gil deu a ela um comprimido. "Aspirina para sua dor de cabeça. E come alguma coisa. Deve ter muito tempo que você não come nada," ele completou apontando para uma pequena bandeja com alguns biscoitos e algumas torradas com manteiga.

Catherine se ajeitou apoiando-se no encosto da cama e aceitou a caneca de café que Gil lhe oferecia. Em seguida voltou para dentro e voltou com outra caneca e sentou do outro lado de frente para ela.

Ela pegou uma torrada e começou a morder aos pouquinhos.

"Não precisa me olhar desse jeito. Você já me viu bêbada antes."

"Não, não desse jeito."

Ela sorriu sem graça e ficou um tempo em silencio, mastigando um pedaço da torrada que não conseguia engolir. O enjôo ainda era muito forte, mas Gil tinha razão. Devia ter muito tempo que não se alimentava. Olhou para ele e pôde ver que ele estava bastante desconcertado com aquela situação. Não sabia o que lhe dizer.

"Gil..." Disse finalmente. "Não precisa ficar assim. Eu sei que muita coisa foi dita, eu não estava tão bêbada para esquecer o que aconteceu, mas tudo que eu disse, que eu te pedi, foi pra te tirar dessa cúpula onde você vive."

"Eu sei... Eu sei... Mas ainda não estou conseguindo raciocinar, é tudo tão novo e são tantas informações."

"Simplesmente não raciocine. Deixe que as coisas aconteçam por si só, e viva como se fosse a última vez."

Ele fez que sim com a cabeça.

"Só vamos com calma. Deixa eu me acostumar. Ganhar tanta liberdade assim assusta."

"Você sempre a teve, Gil, só nunca aproveitou," ela finalizou com um lindo sorriso.

Eles imergiram no silencio por um momento. Catherine notou que o olhar dele, discretamente fugia. Só então que notou suas pernas desnudas, além da roupa de baixo, usava apenas uma camisa de Gil. Puxou delicadamente o lençol, sabia o quanto ele se sentia desconfortável ao vê-la assim.

"Ah! Antes que eu me esqueça. Eu liguei para sua casa e avisei a sua mãe que você está aqui."

"Oh... Obrigada. Você não falou que eu bebi, falou?"

"Não..." Ele disse com um sorrisinho. "Apenas disse que você ficou aqui por causa da tempestade e que seu celular acabou tomando um banho."

Os olhos dela se arregalaram e Gil apontou para a mesinha de canto onde o aparelho havia sido colocado.

"Era uma vez um celular afogado..."

"Que droga... Mas deixa pra lá. Não vou atazanar minha ressaca por causa de um celular."

"Catherine... O que aconteceu ontem?"

Ela ergueu as sobrancelhas, visivelmente confusa.

"Pra você beber desse jeito? Eu sei que você nunca toma mais do que dois drinques..."

Catherine desviou o olhar e mirou a mão direita dele apoiada próxima a sua. Sua mente viajou para o início da noite anterior. Fechou os olhos e suspirou.

"Eu perdi o controle."

"Da bebida?"

"Não, de mim mesma. Eu estava exausta, aliás, eu estou exausta. Tô cansada de mim e a montanha de problemas que me acompanham diariamente." A intensidade da voz dela não era mais alta que a de um sussurro. "Eu conheci um cara ontem, simpático, bonito... Conversamos durante horas. Mas na hora eu não consegui..."

"Não conseguiu o que?"

"Dormir com um estranho."

A cabeça de Gil rodopiava, essa facilidade que ela possuía em entregar-se o irritava e ela sabia disso, tanto que não continuou.

"Cath..." Nenhum dos sabia o que fazer.

Catherine respirou fundo e puxou os cabelos para trás, sentindo a textura natural deles e fitou o olhar desesperado de Gil.

"Você quer saber porque eu não consegui dormir com ele?"

Ele abriu e fechou a boca repetidas vezes sem saber o que dizer.

"Por sua culpa!" Catherine se inclinou pra frente. Tantas coisas já tinham sido ditas. Que diferença fazia agora.

"Minha culpa?"

"Sim!" Ela se pôs de joelhos, já nem se importando com suas pernas completamente a mostra. Passou mãos nos cabelos, impaciente. "Adam Novak" Atacou de uma vez.

"O que?"

"Eu nunca tinha me tocado de como você me afeta, ontem eu me dei conta. Enquanto estávamos no meu carro, eu me lembrei daquele maldito dia e não consegui."

Catherine levantou, ela falava rápido gesticulando todo o tempo, como fazia quando estava nervosa.

"Eu sempre tive controle de tudo em minha vida, pelo menos eu achava que tinha, e eu gostava de quando achava que tinha. Quando as coisas iam errado, era eu a única culpada... Mas de uns tempos pra cá, não sei quanto tempo, mas já um tempo considerável, tá tudo fugindo, eu não tenho mais o controle e nada! Minha filha me odeia, não tem nenhum respeito por mim, é uma fase todos dizem, mas ela realmente excelentes motivos pra me odiar e futuramente se tornar uma problemática, afinal é tudo culpa da mãe. Minha mãe me condena por eu não passar mais tempo com a minha filha, eu também faço isso, mas por que diabos não faço nada pra mudar! Meu trabalho me consome completamente. Há meses que eu não sei o que é uma companhia masculina, eu tô completamente sozinha, sendo engolfada por uma maré de problemas e eu não consigo resolver nada! E quando eu ia conseguir finalmente me desligar um pouco de toda essa lama, me vem a cabeça você me censurando..."

Finalmente uma pausa. Ela encarou um ponto imaginário atrás de si e alguns momentos depois sentou-se na cama de costas para ele.

"Você estava querendo me proteger, tava com ciúmes, com raiva," continuou ela mais calma. "Tanto faz... A única coisa que eu consigo pensar agora é na distancia que existe entre a gente." Ela se virou e fitou o rosto dele de perto, Gil pode ver lágrimas se formarem nos olhos dela. "O que aconteceu conosco?"

Gil pegou na mão dela lembrando da noite anterior, ele estava cansado, ainda não tinha absorvido metade do acontecido, mas já tinha entendido o recado.

"Muita coisa mudou, Catherine."

"Não! O que mudou? Eu estou aqui, você está aqui. Gil, a gente se conhece há tanto tempo que só Deus sabe. Interesses mudaram, responsabilidades mudaram, mas a gente continua aqui, tão perto um do outro, mas também tão distante..."

Gil acariciou a mão dela com o polegar. Fechou os olhos e sentiu o peso do cansaço. Sem abrir os olhos, puxou-a para si e a abraçou. Não sabia se em algum momento faria isso em condições normais. Aquela mulher sabia como mexer com ele. Catherine sempre conseguia fazê-lo baixar a guarda, o pouco que fosse, mas era sempre ela que estava lá naqueles momentos, forçando-o, mesmo que inconscientemente a se abrir. Sentia-se confortável e coagido em sua presença, convidado e impelido a ser parte, o mínimo que fosse, de sua vida.

Ela o conhecia melhor do que qualquer um, e depois de tanto tempo, sabia de seus piores temores, aqueles que o faziam excluir-se da sociedade, do mundo humano que o cercava. Catherine aprendera que para mantê-lo perto, tinha que mantê-lo afastado. Nenhum dos dois compreendia todos aqueles paradoxos em suas vidas e muito menos tinham noção do passo que estavam dando, principalmente Gil, um mundo novo o esperaria se ele não tornasse a fechar a porta. Ele não faria isso. Tantas oportunidades novas, tantos sentimentos afastados, evitar a dor não era a solução, mas suportá-la e sentir-se renascido a cada nova superação. Isso era viver. Cair e levantar. Chorar para poder sorrir. Sentir uma tempestade cair durante a madrugada para ver o sol nascer num céu limpo e azul. Era fazer parte de um ciclo interminável.

Tantos paradoxos, tantos paradoxos, isso era a vida, um ciclo vicioso de paradoxos, como num poema de Camões.

De repente, uma só palavra, uma só frase, um só grito precise ser dado. Mas alguém precisa fazê-lo. Gil, sentindo o cheiro dos cabelos dela, apenas agradecia por ter sido ela, quem estendeu a mão e o trouxe de volta.

Ela queria seu amigo de volta. E ele teria a vida novamente.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fanfic Grillows - Capitulo 4

Catherine sorria para ele, com a mão estendida. Com toda a graça com o qual uma criança tentaria convencer seus pais a atender um pedido. Ele se levantou primeiro e então, pegou sua mão. Mesmo Gil sendo delicado e o processo acontecer bem lentamente, não pode evitar a tonteira repentina depois de passar aquele tempo sentada. Tentava arrumar as roupas sem sucesso e jogava o cabelo para trás.

"Agora que já estamos de pé, você se importaria de me dizer qual era a proposta e porque não poderia me falar sentada!" perguntou um Gil bastante curioso, segurando o braço de Catherine... só por segurança, não que ela fosse sentir a queda.

Ela soltou um sorriso malicioso e não falou nada. Ao invés disso, respirou fundo e então soltou um grito bem alto. Gil sentiu seus ouvidos reagirem ao barulho e fechou os olhos em reação.

"Você queria que eu ficasse surdo de novo! Ou o objetivo era outro, talvez acordar os vizinhos?"

"Não... é como siga o mestre. Agora é a sua vez. Vamos, não há nada melhor do que gritar pra se sentir livre. Não que eu seja uma exorcista profissional, mas dá pro gasto..."

Ele a olhava meio em dúvida. Não tinha certeza se aquilo era o álcool falando, mas afinal, qual era o mal que aquilo podia fazer! Problemas dos outros!

Ele repetiu as ações de Catherine, respirando fundo, tomando coragem e depois gritou. Não era tão ruim assim...

"Você devia ser terapeuta..."

Catherine abriu um largo sorriso e em seguida atirou-se contra ele. Seus braços rodearam o pescoço e ela o abraçou com força e vontade. Gil se assustou e quase perdeu o equilíbrio com o impacto, suas mãos pararam nas costas dela e pôde receber o abraço com gosto. Respirou fundo aspirando o cheiro natural dos cabelos dela. Em toda sua vida nunca estivera tão perto de alguém como estava dela, não fisicamente, mas emocionalmente. Jamais imaginara-se qualquer situação semelhante. Um grande passo fora dado, ele tinha consciência disso, estava finalmente evoluindo.

"Gil, eu te amo!" Catherine disse em seu ouvido.

Grissom sorriu. Finalmente percebeu que toda a racionalidade pela qual vivera sua vida, era inútil. Sentia a respiração dela suave em seu pescoço. A mão direita subiu até a cabeça onde acariciou os cabelos molhados. Aquele instante para ele parecer uma eternidade.

Sentiu Catherine o soltar e percebeu que ela ainda se apoiava nele, e com muito mais força que antes. Observou-a dar um passo em falso para trás. Rapidamente a aparou. Ela levou a mão à cabeça

"Sabe Gil, eu vou te contar uma coisa."

Ele a mirou com atenção. A expressão no rosto dela era séria, como se fosse fazer uma séria revelação.

"Eu não tô legal..."

Grissom não pôde deixar de soltar uma risadinha. Passou o braço direito dela sobre seus ombros, a segurou pela cintura e a guiou para dentro da casa.

"Mas eu bem que poderia dançar."

"Não começa a inventar moda."

"Chato..."

A chuva cessara completamente, de sua violenta passagem só restara várias poças, duas pessoas encharcadas e uma alma lavada.

Eles andavam vagarosamente até a porta, seguindo o ritmo de Catherine. Ela o encarou com um sorriso e ele parou, o sorriso só aumentou e virou uma leve gargalhada.

"O que foi? Tem alguma coisa no meu rosto?"

"Não... não que eu esteja enxergando e mesmo se tivesse, a água tinha levando embora. É que eu lembrei de uma coisa."

"E o que seria?"

"Eu devo ter te chocado bastante porque já faz muuuuuito tempo que você fica uma noite sem pronunciar um pensamento de alguém famoso."

Ele arqueou uma das sobrancelhas, sacudiu a cabeça e os dois continuaram seu percurso lentamente.

“'Não há nada melhor para uma alma do que tornar menos triste outra alma'."

"Shakespeare?"

"Paul Verlaine."

"Não conheço... Convidei-o para um chá, mas ele não compareceu."

Gil não pôde deixar de rir.

Ela sorriu cansada e entraram na casa. Uma noite. Poucas horas. Muitas vezes menos que isso. Somente algumas poucas ações são necessárias para provocar certas mudanças. Tanto tempo seguindo a normativa de sua vida, sempre tão prática e racional. Tanto tempo desperdiçado. Tanto tempo jogado fora. A noite terminava e o dia raiaria erguendo consigo novas motivações e esperanças.

A manhã deu início a um dia ensolarado. No céu azul celeste não havia uma única nuvem. Gil levantou-se do sofá observando-o, comparando-o a sua alma, agora limpa e leve. Respirou profundamente, ainda sentia-se confuso e chocado. Quase não tinha dormido, mas o pouco sono já havia lhe provido um pouco de clareza em seus pensamentos. Algo, definitivamente tinha mudado. Bom ou ruim, decidira não negar. Veria o resultado depois. Sentia medo daquela mudança, durante toda sua vida se protegera de decepções, de momentos de vulnerabilidade e lá estava ele se encaminhando para a beira do abismo. Logo abriria os braços e de jogaria. Será? Onde iria cair? Deveria se importar? Era uma estrada evitada a todo custo. Não podia simplesmente adentrar e ver onde iria dar. O que encontraria no final do caminho?

Parou a porta de seu quarto, em sua cama o corpo de Catherine repousava, recuperando-se da quantidade excessiva de álcool ingerida na noite anterior. Uma sensação de conforto o abraçou. Encostou-se no batente e observou-a, tão serena, tão tranqüila.

Catherine abriu os olhos lentamente. Sentia-se como se alguém estivesse enfiando milhares de agulhas em seu cérebro. A visão aos poucos foi tomando nitidez. Não tinha idéia de quanto tempo dormira, de qualquer modo pela claridade e o cantar irritante dos pássaros era dia. Passou a língua nos lábios secos sentindo a saliva densa e com um gosto terrível. Virou-se e encontrou Gil sentado observando-a. Foi então que se tocou que não estava em sua casa, em sua cama. Sentou-se imediatamente e foi como se seu cérebro balançasse.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Fanfic Grillows - Capitulo 3

Grissom passava a mão pelos cabelos molhados, que noite. Respirou fundo, se arrependendo pela forma que suas palavras soavam.

"Me desculpe, não foi a minha intenção te ofender, mas pense bem, com toda a consciência que a bebida não tirou. Você é uma mulher linda, tirando a roupa na minha frente, toda molhada, a chuva caindo... Droga! Como você quer que eu me sinta!"

Ela ouvia as palavras com atenção. Em parte ele estava certo, tudo aquilo até parecia uma cena de algum filme. Um olhar mais calmo.

"Não é sobre o que eu quero que você sinta, Gil. Eu só quero que você seja honesto comigo e consigo mesmo. Eu não estava tentando te seduzir, não intencionalmente. Você tá pensando demais, quem sabe assim você consegue deixar dominar-se pelos impulsos."

Gil olhava em seus olhos, como se tentasse ver através deles. Talvez ela estivesse pedindo muito, ele não poderia simplesmente agir por instinto. Ele ouvia bem o que esse mesmo instinto gritava dentro de si, mas obedecer, era totalmente diferente. Perder tudo seria... era difícil até definir. Aquilo estava errado. Homens são os animais racionais, os demais que agem por instinto. Estes não têm consciência de suas ações.

"Eu sou um homem, Catherine. Eu sinto coisas como qualquer homem sentiria, mas não me peça tal coisa. Eu..." respirou fundo. Quem ele convencia, com quem falava, consigo ou com ela? "Eu não sei o que fazer!"

Ele odiava sentir vulnerabilidade e nunca tivera se sentido tão vulnerável como naquele momento. Onde é fácil agir por emoção e deixar o impulso tomar conta de si. Perder o controle emocional significava se expor, expor seus sentimentos, esperanças. Aquilo era um mundo novo, inexplorado.

Ainda encostada na caixa de correio, ela deixou o corpo escorrer até o chão e caiu sentada. Encarava-o, mas sem qualquer expressão. Não exigia respostas, não estava mais tomada pela raiva, não queria mais nada. Apenas o que ele quisesse lhe oferecer por sua livre vontade. Como sempre quisera. Fechou e abriu os olhos em seguida vagarosamente. Eles afundaram no silencio mais uma vez. Catherine podia sentir o álcool ainda correndo ativamente em suas veias e artérias. Ficou ali parada, entrando sem querer num estado de semi-consciência, seus olhos focalizavam o homem à sua frente, mas ela não podia mais vê-lo. Sua mente voou para longe, despertando um maremoto de memórias, todas envolvendo algo a respeito dele.

Gil observava-a confuso, uma confusão que logo beiraria ao desespero. Como podia? Por que ela fazia isso com ele? Depois de tantos anos imergido no mais profundo abismo emocional, algo que ele tinha plena consciência, e fazia sua vida muito mais fácil. Isolar-se era tão mais simples.

Ajoelhou-se na frente dela e tocou delicadamente em seu braço. Catherine acordou de seu torpor e finalmente o enxergou. 

"Eu vou embora..." Ela disse, finalmente.

"Você não está em condições de ir a qualquer lugar. Vem, vamos pra dentro."

Ela bufou resignada.

"Mas que droga! Eu não quero entrar. Por que você insiste?"

"Nós vamos acabar doentes assim, por favor Catherine."

"Eu não me importo..."

"Mas eu sim!"

"Então me mostra!"

Gil a olhava desnorteado. Abriu a boca diversas vezes, mas não conseguia pensar em nada. Não conhecia as palavras. Começou a sentir uma dor aguda no lado direito da cabeça, precisava de sua medicação ou teria horas de enxaqueca pela frente. Seria ótimo poder convencê-la, mas ela parecia irredutível. Ele não fazia idéia do que dizer. Um sentimento tão abstrato, como poderia ser expresso por meras palavras? Como definir para outra pessoa, algo que não está claro nem pra você mesmo!

"Eu não posso, parece tão longe do meu alcance. Tão abstrato e... com um nível de complexidade tão grande com o qual eu não sei lidar!"

Gil se sentia sufocado, com um mal estar que nunca sentira antes. A enxaqueca piorava e seu coração batia tão rápido que poderia explodir. Já não estava mais ajoelhado, se levantara e andava de um lado pro outro nervosamente, em passos largos, à medida que falava com ela.

"Então me diga o que te impede. Isso está lhe consumindo, Gil. Olha pra você, eu nunca te vi tão nervoso e agitado dessa forma. Por que isso te aborrece tanto?"

Catherine permanecia imóvel, suas forças estavam esgotadas e era só isso que seu corpo podia fazer no momento. Ele, que até então se recusava a olhar nos seus olhos, virou-se e ajoelhou-se mais uma vez a sua frente. Depois de tantos anos de convivência Catherine tinha aprendido que Gil só gesticulava com as mãos quando estava bastante nervoso. Ele não tinha controle da situação e isso o perturbava profundamente. Suas mãos se mexiam rápido e sem rumo, tentando achar um elo no qual se prender.

"Eu vivi todos esses anos me fechando e tentando ignorar qualquer tipo de sentimento que tivesse. De qualquer natureza. Momentos que tirariam o balanço da minha mente, que me impediriam de analisar todas as possibilidades. Não me casei, não tive filhos, tentei evitar os amigos. Minha vida sempre foi meu trabalho, eu sabia que se eu me esforçasse eu seria bom e se eu fosse bom o suficiente, aquilo seria uma coisa certa na minha vida."

Gil sentia seu mundo desabando, todas as paredes caindo a sua volta. Todos os anos que passara desenvolvendo certa imunidade a tudo e a todos. Toda a vulnerabilidade que nunca quisera sentir.

"Eu não quero me sentir vulnerável, desprotegido. Mas você, toda vez que eu tentava me fechar, me isolar do mundo, você estava lá do meu lado. Eu não sei o que te falar, que palavras usar ou como agir."

Ela permanecia ali escutando-o, seu coração batia forte, porém ela não sabia se era a emoção por finalmente conseguir fazê-lo por aquilo que ela já tinha certeza para fora, ou se seria alguma reação adversa do álcool em sua corrente sangüínea. Catherine o conhecia melhor do que qualquer um naquele momento de suas vidas, em tantos momentos estivera presente sem que ele nem se desse conta.

Estendeu a mão direita para ele. Não tinha condições nenhuma de se levantar, claro que ainda não tinha qualquer pretensão de admitir isso. Abriu um sorriso de conforto quando ele se abaixou para alcançá-la. Com a mão livre, acariciou delicadamente o rosto, deixando os dedos roçarem na barba grisalha. Há tanto tempo ansiava por aquele instante.

A chuva finalmente começava a cessar, restando apenas uma garoa fina.

"Eu sei que é difícil, muitas vezes é tão mais fácil evitar de sentir algo que é maravilhoso pra não acabar no inevitável sofrimento. Mas qual é o sentido de viver assim, tão... morto..."

"É a minha sina..."

"Não, isso não tem nada haver com sina, mas com livre arbítrio. Você decidiu que queria viver dessa maneira e assim o fez. Programou-se como quem programa um robô, para não ter emoções e ligou o botão do automático. O homem com que eu convivo diariamente é apenas uma carcaça com conteúdo intelectual... que vive a partir de regras que você criou pra não ter que se envolver," ela baixou o olhar para as mãos que se envolviam. "Há tanto tempo que eu não te vejo sorrir..."

Mas foi ela quem sorriu, um sorriso tímido e melancólico.

"Não é fácil pra ninguém, Gil. Você não é o único que tem receio, mas você não pode deixar isso te impedir de viver. Eu acredito que todos nós estamos aqui para obter crescimento espiritual e ajudar no crescimento alheio também. Claro que algumas decisões não são as mais fáceis ou mais seguras, mas... podem ser necessárias."

Ela movia suas mãos pelo rosto dele, memorizando todos os traços e observando o efeito da água, que parava de cair. A experiência de sensações novas tomando seu corpo.

"Toda vez que sentir vontade de se fechar, ou temer algum contanto, lembre-se de como às vezes tudo que nós precisamos é um abraço ou qualquer outra demonstração de afeto pra fazer o nosso dia melhor. Naqueles dias e noites onde o nosso corpo dói e nos sentimos tão sozinhos, seu coração está pedindo carinho, conforto."

Permaneceram naquela posição por alguns minutos, absorvidos no momento. A vida se extinguindo, as pessoas não sabendo o que procurar, como viver, como se encontrar e, de repente, através da profundidade de um olhar, do existir de alguém, vemos que a vida é tudo.

Gil exibia um sorriso sincero nos lábios, quem diria que uma noite podia ser tão diferente das outras. Ele se sentia livre, um escravo alforriado após anos de luta. Há dias em que sentimos vontade de amar, de sorrir, de abraçar a todos que passam pelo nosso caminho e a sentir a vida nascer. Para ele, aquele era definitivamente um desses dias.

"Eu tenho uma proposta pra te fazer, meu caro Gil. Mas antes que eu fale, será que você poderia me ajudar a levantar? Eu odeio admitir, mas eu não tenho exatamente condições de fazer isso sozinha no momento..."